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Palavra do Presidente

Cá entre nós, pra começar

Ninguém ama aquilo que não conhece, e acredito que muitos profissionais não compreendem claramente a proposta da AEJ, e isso é algo que devemos mudar. Precisamos ser claros em nossos objetivos, mostrar nossas ações, planejamento, calendário, ver claramente as necessidades de nossa cidade, bem como as propostas da nossa sociedade e dos nossos profissionais.

Como fazer isso? Acredito na necessidade de darmos um impulso para modernizar nossa entidade, estarmos atualizados, melhorar nossa comunicação, fazermos uso da tecnologia e redes sociais. A AEJ deve ser uma entidade em movimento, cujos desafios a levem adiante. Assim, proponho que não sejamos massa, e sim fermento, para que possamos multiplicar. Sabemos que trabalho traz mais trabalho e precisamos de braços. Então, peço que todos convidem mais profissionais para se associarem e participarem da nossa entidade.

Mas deixando bem claro: que todos os profissionais sejam conscientes do tamanho de sua responsabilidade. Digo isso porque ainda ecoa em todos nós a tragédia em Brumadinho e em tantos outros locais onde a ganância falou mais alto que a voz da Engenharia, quando esta anunciava o risco.

Devemos ser gestores e fiscais de nossa cidade. Antever riscos e cobrar providências de órgãos responsáveis. Assim, espero adotar, progressivamente, práticas que incluam exercícios associativos, favorecendo nossa vida profissional dentro e fora da entidade – sempre com ânimo, trabalho e força. E para nos nortear nesse sentido, destaco três práticas sobre as quais podemos atuar:

Discernimento – Reconhecer que podemos “ser mais” dentro e fora da AEJ (“mais” no sentido de servir).

Trabalho – Estimular a participação, dando ênfase aos Grupos das Divisões Técnicas. Assim conhecemos melhor nossos profissionais para, posteriormente, enviá-los a outras tarefas.

Conhecimento e divulgação – A AEJ tem em sua história uma riqueza de acontecimentos e grandes feitos pela cidade, como o laudo que ajudou a impedir a instalação de uma termoelétrica e as discussões que evitaram a construção da rodoviária em área de manancial. Sempre há o que fazer pela cidade, visando protegê-la e cuidar da qualidade de vida que oferece.

Vamos em frente sempre. E juntos, com certeza, iremos mais longe.

Um abraço!

 

Alessandro Mazzola é Presidente da AEJ (2019-2021)